Destinations Mexico Mexico City

Mexico City.

19° N · 99° W Mexico

Da primeira vez que o ar fino da altitude entra nos pulmões na Cidade do México, percebe-se logo que esta metrópole vive numa escala própria. A 2.240 metros de altitude, paira entre a memória lacustre de Tenochtitlán e o rumor incessante de uma megalópole, onde o cheiro a copal e a tacos de rua cruza praças monumentais, catedrais do século XVI e vestígios do mundo asteca. A luz, dura e dourada, cai sobre fachadas gastas como se lhes desse a intensidade de um mural, e até um dia comum parece ganhar dimensão histórica.

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Mexico City, Mexico
Mexico City · Mexico
18
atrações
4-6 dias
days suggested
Fevereiro-Abril
best season
PT · EN
narration

01 An introdução

synthesized from 240+ sources ·

MDa primeira vez que o ar fino da altitude entra nos pulmões na Cidade do México, percebe-se logo que esta metrópole vive numa escala própria. A 2.240 metros de altitude, paira entre a memória lacustre de Tenochtitlán e o rumor incessante de uma megalópole, onde o cheiro a copal e a tacos de rua cruza praças monumentais, catedrais do século XVI e vestígios do mundo asteca. A luz, dura e dourada, cai sobre fachadas gastas como se lhes desse a intensidade de um mural, e até um dia comum parece ganhar dimensão histórica.

É uma cidade que recompensa quem olha com atenção. De manhã, pode-se entrar no Templo Mayor e perceber, em pleno centro atual, a espessura do passado pré-hispânico; à tarde, seguir para museus e espaços culturais que mostram como o México transformou a sua memória indígena, colonial e moderna em arte viva. Ao cair da noite, o roteiro muda de tom: um mezcal num bar escondido em Juárez, uma sessão de lucha libre, ou um mercado onde famílias inteiras se sentam para comer barbacoa ao som de música ao vivo.

O que faz tanta gente voltar é precisamente essa sobreposição de camadas. Há obras de arquitetura moderna escondidas atrás de portas discretas, canais antigos ainda percorridos por trajineras em Xochimilco, bairros onde a vida continua a organizar-se em torno de praças, cafés e mercados, e uma cena artística que vai do muralismo histórico à criação contemporânea. A Cidade do México lembra a cada passo que assenta sobre séculos de ambição humana, mas ao mesmo tempo mantém uma energia aberta, como se pertencesse sempre a quem a descobre com curiosidade.

Photography Hotspot Budget Friendly

02 Why Mexico City.

What makes this place worth slowing down for.

História em Camadas

O Zócalo ergue-se sobre o coração da antiga Tenochtitlán, a capital asteca. Basta atravessar a praça para descer às ruínas do Templo Mayor e perceber como a Cidade do México expõe, em poucos metros, séculos de história sagrada, urbana e política ainda muito presentes no quotidiano.

Legado Muralista

Dos murais de Diego Rivera no Palácio de Bellas Artes ao vasto campus da UNAM, a cidade faz da arte um elemento da paisagem. No Museo Vivo del Muralismo, no centro histórico, a luz que entra pelas janelas transforma as cores ao longo do dia e recorda a força duradoura do muralismo mexicano.

Natureza Urbana

A 2.250 metros de altitude, o Bosque de Chapultepec combina vistas de castelo, lagos, museus e velhos ahuehuetes numa das grandes paisagens cívicas da capital. Mais a sul, os canais de Xochimilco preservam o antigo sistema de chinampas criado no lago de Texcoco, unindo natureza, memória e vida popular.

Cultura ao Nível da Rua

O verdadeiro pulso da Cidade do México sente-se nos bairros: um domingo descontraído em San Ángel, tacos al pastor madrugada dentro em Roma, ou uma noite de lucha libre numa arena histórica onde o público vive cada golpe como se fizesse parte do espetáculo.


03 Lugares para visitar.

Not every monument, just the ones we'd walk you past ourselves.

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04 Neighborhoods.

Where to wander, by quarter — each with its own rhythm.

01

Centro Histórico

É o coração magnético da cidade, onde o Zócalo funciona como palco para cerimónias oficiais, manifestações, artistas de rua e visitantes de todo o lado. Aqui, a imponência da catedral e dos edifícios coloniais convive com a presença muito concreta de Tenochtitlán, visível no Templo Mayor a poucos passos dali. Entre vendedores ambulantes, esplanadas e murais da Secretaria de Educação Pública, percebe-se melhor do que em qualquer outro ponto a profundidade histórica da capital.

02

Roma Norte & Condesa

São os bairros mais procurados por quem quer uma base prática e agradável, com ruas arborizadas, casarões do início do século XX, cafés cheios de vida e uma forte cultura de restaurantes e bares. A Roma tem um lado mais criativo e gastronómico, com galerias, torrefações e endereços muito disputados; a Condesa é mais verde, mais residencial e feita para passear sem pressa entre parques, esplanadas e cocktails ao fim do dia. Em ambos, o melhor plano continua a ser caminhar e deixar espaço para descobertas.

03

Coyoacán

No sul da cidade, Coyoacán conserva um ritmo mais calmo e uma atmosfera quase de vila, com praças sombreadas, igrejas antigas e ruas que convidam a andar devagar. A Casa Azul de Frida Kahlo continua a ser o grande íman, mas o bairro vale muito mais do que um único museu: há artistas de fim de semana, mariachis, mercados e um ambiente cultural muito próprio. Perto dali, o Anahuacalli acrescenta uma dimensão quase cerimonial ao passeio.

04

Polanco

É a face mais sofisticada da Cidade do México, com hotéis de luxo, lojas de referência, embaixadas, museus de projeção internacional e alguns dos restaurantes mais celebrados do país, como o Pujol e o Quintonil. A Avenida Masaryk resume bem esse perfil elegante, mas o bairro também revela um lado cultural, com galerias, livrarias e proximidade a instituições importantes. É o distrito ideal para quem procura conforto, design e alta gastronomia.

05

Juárez

Compacto, enérgico e cada vez mais interessante, Juárez mistura herança urbana, vida noturna e uma cena de bares que lhe deu projeção internacional. Durante o dia, a zona liga-se facilmente a ícones monumentais e a grandes avenidas; à noite, transforma-se num dos melhores lugares da cidade para circular entre cantinas históricas, cocktail bars e espaços mais discretos. A escala é pedonal, o ambiente é animado, e há sempre qualquer coisa a acontecer.

06

Xochimilco

Xochimilco é o último grande lembrete de que a Cidade do México nasceu como civilização lacustre. As trajineras coloridas continuam a deslizar pelos canais entre música, comida e vendedores ambulantes, mas o lugar não deve ser visto apenas como cenário festivo. Para lá da animação, sobrevive aqui uma paisagem de chinampas e água que integra o mesmo património classificado pela UNESCO que o Centro Histórico e ajuda a compreender a engenharia agrícola dos astecas.

07

Santa María la Ribera

É uma joia menos óbvia, procurada por viajantes que preferem bairros com vida local e menos polidos do que Roma ou Condesa. O Kiosco Morisco dá-lhe uma imagem inconfundível, quase de pavilhão fantástico no meio da praça, mas o encanto do bairro está também nas galerias pequenas, nos mercados e no ambiente residencial antigo. Santa María la Ribera mostra uma Cidade do México mais quotidiana, criativa e genuína.

08

San Ángel

No sul, San Ángel oferece um ambiente mais sereno e requintado, com mansões coloniais, ruas empedradas e praças que parecem pertencer a outro tempo. Ao fim de semana, o Bazar Sábado enche pátios e recantos de artesanato, música e movimento, enquanto a Casa Estudio de Diego Rivera e Frida Kahlo revela uma faceta essencial da arquitetura moderna mexicana. Mesmo nos dias mais tranquilos, o bairro mantém um charme pausado e distinto.

Cronologia histórica

De Tenochtitlán à Megalópole

Um império nascido da água, engolido pela conquista, pela fé, pela revolução e por uma modernidade inquieta

Era Pré-Hispânica
200 a.C.

Cuicuilco Ergue-se

À sombra do vulcão Xitle, os habitantes de Cuicuilco construíram uma das primeiras cidades piramidais do Vale do México. A sua pirâmide circular dominou a paisagem até à erupção do vulcão, por volta de 200 a.C., que soterrou a cidade e dispersou os sobreviventes. O vazio de poder deslocou, de forma discreta, a influência para o centro emergente que viria a tornar-se Tenochtitlán.

1325

Nascimento de Tenochtitlán

Segundo a lenda, os mexicas viram uma águia pousada sobre um cacto, devorando uma serpente, numa pequena ilha do lago Texcoco. Nesse mesmo ano fundaram México-Tenochtitlán. Em apenas dois séculos, esta cidade insular e frágil transformar-se-ia numa das maiores metrópoles do mundo, entrelaçada por canais, mercados e templos monumentais.

1487

Rededicação do Templo Mayor

Sob o governo de Ahuízotl, o Grande Templo recebeu a sua última e mais sumptuosa ampliação. Milhares de cativos foram sacrificados durante as cerimónias de consagração, e o sangue correu pelas escadarias íngremes como um rio. Os dois santuários dedicados a Huitzilopochtli e Tlaloc afirmavam-se então como o coração simbólico e literal do império asteca.

Era da Conquista e Colonial
1519

Cortés Entra em Tenochtitlán

A 8 de novembro, Hernán Cortés e o seu pequeno contingente de espanhóis e aliados indígenas atravessaram a calçada em direção à cidade lacustre cintilante. Moctezuma II recebeu-os num palácio impregnado do aroma de copal e flores. Durante um breve instante, dois mundos contemplaram-se com um misto de espanto e inquietação.

1521

Queda de Tenochtitlán

Depois de um cerco brutal de 75 dias, o último imperador asteca, Cuauhtémoc, foi capturado a 13 de agosto. A outrora magnífica capital insular jazia em ruínas, com os templos derrubados e os canais entupidos de cadáveres. Espanhóis e aliados indígenas destruíram uma civilização para erguer outra sobre os seus restos.

1563

Começa a Construção da Catedral

Teve início a construção da futura Catedral Metropolitana, erguida deliberadamente sobre as ruínas do Templo Mayor asteca. O edifício demorou 250 anos a ser concluído, acumulando camadas renascentistas, barrocas e neoclássicas. A sua lenta ascensão anunciava que a nova fé ocupava agora o centro sagrado da antiga.

1651

Sor Juana Entra no Convento

Juana Ramírez de Asbaje tomou o véu e tornou-se Sor Juana Inés de la Cruz no Convento de San Jerónimo. Entre aquelas paredes reuniu uma das maiores bibliotecas privadas das Américas e escreveu poemas e peças que ainda hoje surpreendem. A maior mente literária da cidade encontrou atrás da clausura tanto refúgio como liberdade intelectual.

1692

A Grande Revolta

A escassez de alimentos e anos de ressentimento explodiram numa revolta violenta na Plaza Mayor. A multidão incendiou o palácio vice-real e grande parte do arquivo da cidade. O levantamento expôs a fragilidade do poder colonial e deixou marcas de fogo nas pedras durante décadas.

Era da Independência e da Reforma
1810

Ecoa o Grito da Independência

Embora o primeiro grito tenha partido de Dolores, a Cidade do México tornou-se o grande prémio da longa luta pela independência. As forças realistas mantiveram a capital até 1821, quando o Exército das Três Garantias finalmente entrou na cidade. A urbe que fora sede do poder vice-real passava então a pertencer à nova nação mexicana.

1847

Batalha de Chapultepec

A 13 de setembro, fuzileiros navais norte-americanos assaltaram o Colégio Militar instalado no Castelo de Chapultepec. Seis jovens cadetes lutaram até à morte em vez de se renderem; um deles envolveu-se na bandeira mexicana e lançou-se da torre. A derrota abriu as portas da Cidade do México à ocupação estrangeira.

1864

Chegada de Maximiliano

O imperador Maximiliano e Carlota instalaram-se no Castelo de Chapultepec, redesenharam os jardins e traçaram o grande Paseo del Emperador, mais tarde Reforma. O seu breve e trágico reinado deixou à cidade avenidas de inspiração parisiense e uma certa melancolia arquitetónica.

Era do Porfiriato e da Revolução
1876

Porfirio Díaz Toma o Poder

Porfirio Díaz deu início à sua longa ditadura, decidido a modernizar a Cidade do México à imagem de uma capital europeia. Luz elétrica, caminhos de ferro, grandes avenidas e edifícios de influência francesa transformaram a paisagem urbana. O preço foi uma desigualdade brutal que acabaria por rebentar em revolução.

1902

Ergue-se o Ángel de la Independencia

O anjo dourado foi colocado no topo da sua coluna no Paseo de la Reforma a tempo das celebrações do centenário de 1910. À noite, as suas luzes viam-se de vários pontos da cidade, como um símbolo frágil da independência suspenso sobre uma capital ainda governada por um só homem.

1910

Madero Desencadeia a Revolução

O apelo de Francisco I. Madero por eleições livres, lançado a partir da cidade, acendeu a Revolução Mexicana. Seguir-se-iam dez anos de violência, com a capital a mudar de mãos repetidamente. Quando o fumo assentou, a Cidade do México permanecia como testemunha e troféu da nova ordem revolucionária.

1921

Rivera Inicia os Murais

José Vasconcelos encarregou Diego Rivera de pintar as paredes da Secretaria de Educação Pública. Do alto dos andaimes, Rivera começou a criar em fresco a linguagem visual da Revolução. Nas três décadas seguintes, o muralismo transformaria os edifícios públicos da cidade num museu ao ar livre da história e da identidade mexicanas.

1929

Os Primeiros Anos de Frida Kahlo

Um devastador acidente de autocarro na Cidade do México deixou Frida Kahlo, então com 22 anos, acamada e marcada por dores para o resto da vida. Confinada à casa azul da família, em Coyoacán, começou a pintar os autorretratos que a tornariam um ícone. A cidade feriu-lhe o corpo, mas também lhe deu a tela para a sua arte.

Era da Metrópole Moderna
1964

Inauguração do Museu de Antropologia

O novo Museu Nacional de Antropologia, no Bosque de Chapultepec, abriu as portas e tornou-se de imediato a instituição cultural mais importante do país. As suas vastas salas reuniram o passado pré-hispânico sob o mesmo teto, enquanto o próprio edifício, assinado por Pedro Ramírez Vázquez, se afirmava como uma obra-prima do modernismo.

1968

Massacre de Tlatelolco

A 2 de outubro, tropas governamentais abriram fogo sobre estudantes em protesto na Plaza de las Tres Culturas. Centenas de pessoas morreram num episódio que destruiu o mito da cidade olímpica. O massacre continua a ser uma das feridas mais profundas da memória mexicana contemporânea, com a verdade completa ainda em disputa.

1985

O Grande Terramoto

A 19 de setembro, às 7h19, um sismo de magnitude 8,1 abalou a cidade. Mais de 10 mil pessoas morreram, sobretudo na zona central. Prédios inteiros desabaram enquanto os moradores dormiam. A tragédia expôs a corrupção do governo e deu origem a uma sociedade civil mais independente e organizada.

2016

Torna-se Ciudad de México

A 29 de janeiro, o antigo Distrito Federal passou oficialmente a chamar-se Ciudad de México, ou CDMX, conquistando maior autonomia com uma nova constituição. Depois de quase cinco séculos como sede do poder colonial, imperial e federal, a cidade alcançava finalmente o estatuto legal de verdadeira capital com direitos próprios.

2021

700 Anos de Tenochtitlán

A cidade assinalou os 700 anos da fundação asteca e os 500 anos da queda de Tenochtitlán com grandes programas culturais e mudanças de nomes nas ruas. Pela primeira vez em séculos, o passado mexica foi celebrado oficialmente não como uma relíquia vencida, mas como fundamento vivo da identidade da capital.

Atualidade

06 Who lived here.

The people who shaped the city — and were shaped by it.

Pintora 1907–1954

Frida Kahlo

Viveu e trabalhou aqui toda a vida

Nascida em Coyoacán, Frida transformou a casa azul intensa que hoje conhecemos como Casa Azul em lar, refúgio e extensão da sua própria obra. Pintou a dor, a política e a relação turbulenta com Diego Rivera tendo como pano de fundo a Cidade do México do pós-revolução. Se caminhasse hoje pelas ruas do bairro, ainda reconheceria muito da sua vitalidade quotidiana, apesar da cidade se ter tornado uma megalópole.

Muralista 1886–1957

Diego Rivera

Viveu e trabalhou aqui entre as décadas de 1920 e 1950

Rivera regressou da Europa para pintar nas paredes da Cidade do México a história do seu próprio país. Os murais do Palácio Nacional e do edifício da SEP transformaram espaços públicos em verdadeiras aulas de história. Foi também ele quem concebeu o Museu Anahuacalli como um templo de pedra vulcânica dedicado à arte pré-hispânica. Ainda hoje os visitantes se colocam diante dessas obras monumentais e sentem o peso das memórias que ele quis preservar.

Arquiteto 1902–1988

Luis Barragán

Viveu e exerceu aqui a sua atividade

Vencedor do Prémio Pritzker, Barragán moldou a arquitetura moderna mexicana a partir da sua casa-estúdio discreta na Cidade do México. O modo como trabalhava a cor, a luz e o silêncio criou espaços de grande contenção, mas carregados de emoção. A casa onde viveu permanece praticamente intacta e continua a ser uma das residências privadas mais influentes do século XX, além de integrar o património reconhecido pela UNESCO.

08 Onde comer.

Where locals actually book dinner — not the tourist menus.

El Cardenal El Cardenal
Local favorite €€

El Cardenal

4.6 View
Rincon Zapatista Rincon Zapatista
Cafe

Rincon Zapatista

4.8 View
Café Villarías Café Villarías
Cafe €€

Café Villarías

4.7 View
Templo Mezcaleria Templo Mezcaleria
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Templo Mezcaleria

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La Cumbancha Mezcal & Cerveza Artesanal La Cumbancha Mezcal & Cerveza Artesanal
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La Cumbancha Mezcal & Cerveza Artesanal

4.7 View
Al Andalus Al Andalus
Local favorite €€

Al Andalus

4.6 View

09 Insider tips.

Small things that change how the city treats you.

Viaje na estação seca

Entre fevereiro e abril, a cidade costuma ter tempo mais seco e temperaturas agradáveis, em torno dos 13–19 °C. Como é uma das épocas mais procuradas, convém reservar com antecedência os bilhetes para o Museu Frida Kahlo e os passeios mais populares.

Tenha o cartão MI

Compre a Tarjeta de Movilidad Integrada por MXN 15. O cartão funciona no Metro (MXN 5), no Metrobús (MXN 6) e no Tren Ligero, e pode ser recarregado em mais de 15 mil lojas e também pela app da CDMX.

Evite táxis de rua

Não apanhe táxis na rua. Prefira apps de transporte, carros organizados pelo hotel ou praças autorizadas no aeroporto e nas zonas turísticas. É a recomendação oficial das autoridades dos EUA e do Reino Unido.

Siga o trompo

Para comer bons tacos al pastor, procure um trompo sempre a rodar, com muita saída e fila de clientes. El Huequito e El Vilsito são nomes muito respeitados entre os locais. Se lhe apetecer suadero à noite, Los Cocuyos é uma aposta segura.

Use o Metrobús Linha 4

A partir do aeroporto AICM, o Metrobús Linha 4 “Quetzalcóatl” segue diretamente para o Centro Histórico e para a Reforma. A tarifa é de MXN 30 e o serviço funciona até à meia-noite.

Reserve a Frida com antecedência

O Museu Frida Kahlo não vende bilhetes à porta, por isso é essencial reservar online com semanas de antecedência. O novo Museo Casa Kahlo, inaugurado em setembro de 2025, também funciona com entrada marcada.

10 Watch.

A few films to set the scene before you go.

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12 Perguntas frequentes

Vale a pena visitar a Cidade do México?

Sem dúvida. A Cidade do México recompensa quem gosta de viajar por camadas: num dia pode estar diante das ruínas de Tenochtitlán no Zócalo, no outro explorar o modernismo da Cidade Universitária da UNAM, classificada pela UNESCO, e terminar a madrugada com tacos al pastor. Poucas capitais juntam de forma tão evidente herança asteca, cidade colonial e século XX.

Quantos dias são precisos para visitar a Cidade do México?

O ideal é ficar pelo menos 4 a 5 dias. Em 3 dias ainda consegue ver o Centro Histórico, Chapultepec e a Casa Azul, mas fica com pouco tempo para bairros como Roma, Condesa, Coyoacán ou a UNAM. Com 7 dias, já pode acrescentar Teotihuacán, Xochimilco e experiências mais lentas, com ritmo de bairro.

A Cidade do México é segura para turistas em 2026?

Em 2026, a recomendação continua a ser de cautela reforçada, de acordo com os avisos oficiais dos EUA e do Reino Unido. Há furtos oportunistas em zonas turísticas e à noite fora dos corredores mais movimentados. Fique em áreas bem iluminadas, use apps de transporte em vez de táxis de rua e evite mostrar objetos de valor. A app Mi Policía pode ser útil em caso de emergência.

Como ir do aeroporto da Cidade do México para o centro?

A partir do AICM, a opção mais prática costuma ser o Metrobús Linha 4, que liga o aeroporto ao Centro Histórico e à Reforma por MXN 30. O Metro é mais barato, com tarifa de MXN 5, mas não é a melhor escolha para quem leva bagagem. Táxis autorizados e apps de transporte são mais caros, mas simples e diretos. Evite sempre veículos não oficiais.

Qual é a melhor época para visitar a Cidade do México?

De fevereiro a abril é, no geral, a melhor altura: o tempo é mais seco e as temperaturas são confortáveis. Outubro e novembro também são bons meses, com paisagens mais verdes depois das chuvas, embora ainda possa apanhar alguns aguaceiros. Se não gosta de trovoadas e chuva ao fim da tarde, o melhor é evitar o pico da estação chuvosa entre junho e setembro.

Ready to book?

13Before you go

Informações práticas

Flight

Como Chegar

A maioria dos visitantes chega pelo Aeroporto Internacional Benito Juárez (MEX), o mais prático para quem vai ficar nas zonas centrais. O Aeroporto Internacional Felipe Ángeles (NLU), a cerca de 45 km a norte, também serve a área metropolitana, embora seja menos conveniente para muitos viajantes de lazer. No AICM, ambas as terminais têm ligação ao Metrobús Linha 4 e serviços terrestres para cidades como Puebla, Querétaro e Cuernavaca.

Directions transit

Como Circular

Para circular pela cidade, o Metro continua a ser a opção mais rápida e barata, com tarifa fixa de MXN 5 por viagem. O Metrobús é muito útil nos grandes eixos e custa, em geral, MXN 6 por trajeto, embora a Linha 4 do aeroporto tenha tarifa própria. Vale a pena usar o cartão recarregável de mobilidade integrada e guardar os carros de aplicação para a noite, deslocações longas ou quando se viaja com bagagem.

Thermostat

Clima e Melhor Época

Graças à altitude, a Cidade do México tem um clima ameno durante grande parte do ano, mais de planalto do que tropical. A primavera, entre março e maio, e o outono, entre setembro e novembro, costumam oferecer temperaturas agradáveis. O verão é mais chuvoso, com aguaceiros frequentes ao fim da tarde, e as noites de inverno podem ser surpreendentemente frescas.

Shield

Segurança

Tal como noutras grandes capitais, os pequenos furtos tendem a concentrar-se em zonas movimentadas, junto a estações de Metro e fora dos principais corredores turísticos durante a noite. Para maior segurança, o mais sensato é optar por apps de transporte ou táxis autorizados, em vez de apanhar carros na rua. Nas áreas centrais, a presença policial turística é mais visível e o apoio tende a ser rápido.

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