Glorieta Das Mulheres Que Lutam

Cidade Do MéxicoMéxico 19° N · 99° W Atualizado May 2026

Uma rotunda ocupada na Reforma transformou-se no memorial feminista da Cidade Do México, onde aço roxo, nomes, flores e cartazes de protesto mantêm a história inquieta e viva.

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Glorieta Das Mulheres Que Lutam Foto: Luisalvaz · CC BY-SA 4.0
Tempo necessário
20-40 minutos
Entrada
Grátis

Um memorial de protesto erguido sobre um pedestal colonial devia parecer instável, e é exatamente por isso que a Glorieta Das Mulheres Que Lutam, na Cidade Do México, México, merece o seu tempo. Vem-se aqui para ver como uma rotunda no Paseo de la Reforma se transformou num dos argumentos mais cortantes da capital sobre memória, luto e poder. Poucos lugares na cidade falam com tanta clareza. E menos ainda continuam a mudar enquanto está ali parado.

Registos documentados mostram que esta rotunda sustentou primeiro o monumento de 1877 a Cristóvão Colombo, encomendado pelo magnata ferroviário Antonio Escandón e esculpido por Charles Henri Joseph Cordier. A antiga base de pedra continua ali, marcada nos pontos onde antes se fixavam figuras de bronze, por isso o passado não desapareceu de todo. Foi tomado.

O que atrai as pessoas aqui não é a beleza no sentido de postal. É o atrito. Mães de desaparecidos, famílias de vítimas de feminicídio, ativistas indígenas e afromexicanos e coletivos feministas transformaram um pedestal vazio num memorial vivo em 25 de setembro de 2021, e continuaram a voltar quando as autoridades tentaram apagar os nomes e a reivindicação.

Venha depois de ver as fachadas antigas mais grandiosas do centro da Cidade Do México, até os azulejos polidos da Casa De Los Azulejos. A Reforma soa de outra forma aqui: o trânsito sibila, as faixas estalam, e a pedra parece guardar ao mesmo tempo acusação e recusa. Isto não é um monumento que pede admiração. Pergunta se a memória pública pertence ao Estado ou às pessoas que se recusam a ser apagadas.

O que ver

  1. A Antimonumenta Roxa no Antigo Pedestal de Colombo

    O choque aqui é formal: um pedestal do século XIX construído para Cristóvão Colombo agora sustenta um punho roxo erguido chamado Justicia, instalado pela primeira vez por ativistas feministas em 25 de setembro de 2021 e refundido em aço em março de 2022. Dê a volta completa, não fique só na frente onde toda a gente tira a fotografia, porque o suporte traseiro escreve "justicia" e a vista só faz sentido quando sente o trânsito do Paseo de la Reforma a apertar de todos os lados, ruidoso como uma discussão permanente.
  2. As Vedações, os Nomes e o Jardim da Memória

    As vedações fazem parte da obra. Os painéis metálicos pretos à volta da rotunda exibem nomes pintados à mão, fotografias, poemas, denúncias e o tendedero de denuncias, enquanto o Jardín Somos Memoria acrescenta estruturas de aço e mosaicos com centenas de mulheres recordadas, por isso o local parece menos uma estátua e mais um arquivo público reescrito à mão. Olhe de perto para as letras e a fita adesiva, o papel encurvado pela chuva, os vestígios de malmequeres quando aparecem ofrendas no fim de outubro, as pequenas reparações depois do tempo ou do vandalismo; essa superfície áspera diz-lhe mais sobre a Cidade Do México do que a pedra polida alguma vez conseguiria.
  3. Um Passeio da Memória pela Reforma

    Venha numa manhã de domingo durante o Muévete en Bici, se puder, quando a Reforma perde grande parte do ruído dos motores e a rotunda parece por momentos mais próxima de uma praça do que de um nó de trânsito. Comece aqui e depois continue a caminhar pelo Paseo de la Reforma numa rota autoguiada pela Cidade Do México: o ponto não é a distância, mas o contraste, dos monumentos oficiais aos antimonumentos, do nacionalismo polido aos nomes escritos em tinta e luto, até perceber que esta glorieta não interrompe a história da avenida, mas é a frase que finalmente diz aquilo que o boulevard sempre tentou não dizer.

Planeie sua visita

Como Chegar
A rotunda fica na Av. Paseo de la Reforma 96, em Tabacalera, a 5 a 8 minutos a pé do Metro Revolución e perto do corredor do Metrobús Reforma, por isso os transportes públicos costumam ser mais rápidos do que conduzir no trânsito central. A partir do Monumento a la Revolución, a caminhada demora cerca de 10 minutos por passeios largos; de carro ou táxi, use o Paseo de la Reforma e peça a Glorieta de las Mujeres que Luchan ou o nome antigo, Glorieta de Colón, porque ambos ainda circulam.
Horário de Abertura
Em 2026, este é um memorial público aberto no meio do Paseo de la Reforma, por isso pode passar por aqui a qualquer hora e não há portões a controlar a entrada. O verdadeiro limite é a cidade à volta: marchas a 8 de março, 25 de novembro e outras datas de protesto podem trazer vedações, cordões policiais, cortes de trânsito e multidões densas.
Tempo Necessário
Reserve 10 a 15 minutos se quiser apenas perceber o que está a ver e ler os elementos do memorial. Fique 30 a 45 minutos se quiser contorná-lo devagar, reparar nos nomes, fotografias, flores e vestígios de protesto, e depois seguir para o Monumento a la Revolución; num dia de manifestação, pode passar muito mais tempo, porque o local se torna primeiro um ponto de encontro e só depois uma visita.
Acessibilidade
A Reforma tem passeios largos e rampas, por isso a aproximação funciona para utilizadores de cadeira de rodas e para quem evita escadas. O senão está na textura do terreno: instalações de protesto, barreiras temporárias, pavimento irregular e vagas de multidão podem transformar uma travessia curta em algo mais parecido com atravessar uma estação rodoviária em movimento, por isso visitas tranquilas durante o dia são mais fáceis.
Custo/Bilhetes
Em 2026, visitar a Glorieta é gratuito e não envolve bilhete, reserva nem audioguia. Guarde o dinheiro para o bairro: um café no Finca Don Porfirio ou uma refeição à volta da Plaza de la República fazem mais sentido do que procurar extras pagos que aqui não existem.

História

O Pedestal Que Mudou de Lado

Registos documentados mostram que a rotunda começou como parte do grande boulevard traçado no século XIX e ganhou a sua forma decisiva em agosto de 1877, quando o monumento a Colombo foi inaugurado no Paseo de la Reforma. A mensagem era bastante clara: a Cidade Do México apresentar-se-ia como europeia, ordenada, católica e aberta aos negócios. A pedra também sabe argumentar.

Esse argumento enfraqueceu ao longo de décadas de protesto, sobretudo depois das ações anti-Colombo em 1992 e 1994, mas a rutura decisiva chegou em 10 de outubro de 2020, quando as autoridades da cidade retiraram oficialmente a escultura para restauro. A base vazia, deixada para trás como um alvéolo no meio da avenida, deu aos ativistas algo raro numa capital de discursos acabados: a oportunidade de renomear a cidade em público.

O ponto de viragem

María Herrera e o Dia em que a Rotunda Recusou o Silêncio

Relatos documentados de 25 de setembro de 2021 descrevem coletivos feministas e familiares de desaparecidos a subir ao pedestal vazio e a içar uma figura roxa para o lugar. Entre as mulheres ligadas ao significado do local está María Herrera Magdaleno, a mãe que procura quatro filhos desaparecidos, para quem isto nunca foi apenas uma questão de simbolismo. Ela precisava de um lugar onde a dor privada pudesse endurecer e transformar-se em pressão pública.

O que estava em jogo para Herrera era dolorosamente concreto. Se a grande avenida da capital pudesse absorver os nomes dos desaparecidos e dos assassinados, então o palco cívico mais polido do México já não poderia fingir que essas perdas pertenciam a outro lugar, mais pobre, mais fácil de ignorar.

O ponto de viragem chegou nessa mesma noite, quando equipas da cidade apagaram o novo nome e muitos dos nomes pintados nas barreiras. Em vez de pôr fim à ação, o apagamento esclareceu o que estava em jogo: isto não era uma homenagem oficial, inaugurada com cortesia e depois deixada em paz, mas um memorial que só sobreviveria se as pessoas continuassem a voltar para o reescrever. E voltaram.

Antes da Ocupação

Registos documentados mostram que o empresário Antonio Escandón encomendou o monumento a Colombo em 1873 e que a escultura de Cordier chegou a Veracruz em dezembro de 1875, antes da sua instalação na Reforma em 1877. Até esse monumento mais antigo era menos estável do que parecia. Os estudiosos ainda discutem a identidade de alguns dos frades sentados no conjunto, o que parece apropriado para um monumento que passou mais de um século a fingir certeza.

Um Compromisso Que Se Vê

A cidade não substituiu simplesmente Colombo por este memorial. Factos documentados mostram um desfecho mais desajeitado e mais honesto: as autoridades propuseram a Tlali de Pedro Reyes em setembro de 2021, abandonaram esse plano e depois inauguraram a Joven de Amajac ali perto em 23 de julho de 2023, em vez de a colocar no antigo pedestal. Caminhe pelo local e consegue ler o compromisso na pedra e nas faixas de trânsito, a memória oficial de um lado, a memória do movimento do outro.

Dicas para visitantes

  • Fotografe com Respeito

    Fotografar em espaço público é normal, mas isto é um memorial antes de ser um cenário. Peça autorização antes de tirar fotografias de perto a pessoas em luto, ativistas ou qualquer pessoa identificável durante uma vigília ou marcha, e esqueça os drones, a menos que já conheça as regras da AFAC no México.
  • Guarde o Telemóvel

    Mantenha o telemóvel no bolso quando estiver a ver direções perto das multidões do Metro e do Metrobús, sobretudo em dias de protesto. O furto por distração é o risco aborrecido aqui, e aquele olhar parado para o mapa junto ao passeio é praticamente um convite.
  • Coma por Perto

    Não planeie comer na própria rotunda. Vá 10 minutos para sudoeste, em direção à Plaza de la República: o Finca Don Porfirio serve bem para um café económico, La Soldadera é uma paragem fácil de gama média, e o Terraza Cha Cha Chá ou o Arango fazem sentido se quiser a vista do Monumento e não se importar com preços de luxo.
  • Escolha o Momento

    O início da tarde dá-lhe a leitura mais clara do local, porque os materiais do memorial, a figura de aço roxo e os vestígios manuscritos veem-se melhor à luz do dia. Evite 8 de março e 25 de novembro, a menos que queira a vida política do lugar no volume máximo, com cortes de estrada e forte presença policial.
  • Junte ao Passeio

    Esta paragem funciona melhor como parte de um percurso de memória cívica, não como um desvio isolado. Combine-a com o Monumento a la Revolución e o Museo Nacional de San Carlos, ambos perto o suficiente para chegar a pé sem quebrar o ritmo do bairro.
  • Leia o Ambiente

    Vista-se para o dia que encontrar, não para uma fotografia brilhante da Reforma. Se estiver a formar-se uma vigília, um contingente só de mulheres ou uma ação memorial, dê espaço e não trate os nomes, cruzes, poemas ou estendais de denúncia como decoração de cena.

Onde comer

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Não vá embora sem provar

Pozole — um guisado rico e cozinhado lentamente com milho pozoleiro e carne de porco, servido com acompanhamentos como couve picada, rabanetes e lima Tacos al pastor — carne de porco marinada, cozinhada num espeto vertical, servida com ananás e tortilhas de milho Chiles rellenos — pimentos poblano assados e recheados com queijo, cobertos com massa de ovo e molho mole Mole negro — um molho complexo e trabalhoso, com chocolate, malaguetas e dezenas de especiarias Enchiladas verdes — tortilhas de milho enroladas com frango, cobertas com molho verde e nata Carnitas — pá de porco cozinhada lentamente, crocante por fora e tenra por dentro Churros com chocolate quente — massa frita servida com chocolate espesso e rico para mergulhar Tamales — massa de milho recheada com carne, queijo ou legumes, cozida a vapor em palhas de milho

La Penúltima

local favorite
Bar e Cocktails €€ star 4.9 (359) directions_walk~1.5 km a sul da Glorieta Das Mulheres Que Lutam

Pedir: Os cocktails da casa e a seleção de mezcal são o que traz os locais até aqui — peça o que o barman recomendar de acordo com o seu estado de espírito, não com o menu.

É aqui que a verdadeira clientela de Juárez vai beber. Quase 360 avaliações com 4.9 estrelas deixam claro que isto não é uma armadilha para turistas — é um bar genuinamente local, com cocktails de autor que respeitam os destilados mexicanos sem cair na pretensão.

schedule

Horário de funcionamento

La Penúltima

Segunda–quarta 13:00 – 00:00
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Cantaritos El Compa de Jalisco Reforma

local favorite
Bar e Cantina Mexicana €€ star 4.7 (3135) directions_walk~2 km a noroeste da Glorieta Das Mulheres Que Lutam

Pedir: Os cantaritos (bebidas tradicionais de Jalisco servidas em potes de barro) são a razão da visita — peça uma rodada e deixe a energia do lugar conduzir a noite.

Mais de 3,000 avaliações fazem deste lugar uma instituição da Cidade Do México. É barulhento, está sempre cheio e é exatamente o que apetece quando quer o espírito de Jalisco sem sair da capital — sem pose, apenas boas bebidas e companhia ainda melhor.

schedule

Horário de funcionamento

Cantaritos El Compa de Jalisco Reforma

Segunda–terça 13:00 – 23:00, quarta
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Rigan Café de Situación

cafe
Café €€ star 5.0 (46) directions_walk~1.5 km a sul da Glorieta Das Mulheres Que Lutam

Pedir: Cafés de especialidade e qualquer pastelaria fresca que tenham nessa manhã — este é um lugar onde a qualidade importa mais do que a quantidade.

Uma classificação perfeita de 5 estrelas com poucas avaliações significa que este é um tesouro do bairro que não precisa de promoção. Os moradores de Juárez conhecem-no; os turistas raramente chegam aqui por acaso. Ideal para uma pausa de café a sério antes ou depois de explorar a Glorieta.

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Horário de funcionamento

Rigan Café de Situación

Horário não especificado — consulte o Google Maps ou telefone antes
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Pie Grande

quick bite
Bar e Refeições Informais €€ star 5.0 (82) directions_walk~1.5 km a sul da Glorieta Das Mulheres Que Lutam

Pedir: As tartes e os pratos pequenos — siga o Instagram para ver os especiais e o que estará disponível em cada fim de semana.

Um espaço minúsculo e muito local em Juárez, com classificação perfeita e seguidores quase devotos. Abre apenas aos fins de semana, o que mostra o cuidado com o que serve e quando serve. É o tipo de lugar onde cada detalhe conta.

schedule

Horário de funcionamento

Pie Grande

Fechado de segunda a quarta; consulte o Instagram para os horários do fim de semana
mapMapa languageWeb
info

Dicas gastronômicas

  • check O bairro de Juárez (onde ficam três destes restaurantes) é fácil de percorrer a pé e seguro durante o dia e no início da noite — depois de escurecer, fique nas ruas principais, como Atenas e Versalles
  • check O dinheiro manda na maioria dos bares locais e dos lugares informais; o pagamento com cartão é menos fiável nos estabelecimentos menores
  • check Cultura da gorjeta na Cidade Do México: 10–15% é o padrão nos restaurantes com serviço à mesa; nos bares, arredonde a conta ou deixe algum troco
  • check O serviço de jantar costuma começar às 19:00; muitos locais jantam tarde (às 21:00 ou depois), por isso chegar cedo significa um serviço mais calmo e com menos ambiente
Bairros gastronômicos: Juárez — bairro histórico e fácil de percorrer a pé, com bares de autor, cafés e restaurantes locais logo a sul da Glorieta Tabacalera — um pouco a noroeste, conhecido pelas cantinas e pela cultura tradicional de bebida Chapultepec e Paseo de la Reforma — gastronomia mais sofisticada e restaurantes junto à água, a uma curta viagem da Glorieta Roma Norte — bairro moderno e boémio, com cafés independentes, taquerías e restaurantes experimentais (curta viagem de metro)

Dados de restaurantes fornecidos pelo Google

Perguntas frequentes

Vale a pena visitar a Glorieta Das Mulheres Que Lutam?

Sim, se procura um lugar que lhe diga algo real sobre a Cidade Do México de hoje. Isto é menos um monumento do que um argumento público escrito em aço roxo, nomes pintados, flores e papéis de protesto. Vale a pena parar aqui se lhe interessam memória, feminismo ou a forma como o Paseo de la Reforma continua a ser reescrito a partir de baixo.

Quanto tempo é preciso na Glorieta Das Mulheres Que Lutam?

Conte com 20 a 40 minutos. A rotunda em si é compacta, mas o importante é contorná-la devagar, ler os nomes nas vedações, olhar para a parte de trás da escultura onde aparece "justicia" e reparar como o antigo pedestal de Colombo ainda sustenta o novo memorial. Se visitar num dia de marcha, pode ficar muito mais tempo.

Como chego à Glorieta Das Mulheres Que Lutam a partir da Cidade Do México?

Se já estiver no centro da Cidade Do México, a forma mais simples é ir de Metro, Metrobús ou num curto trajeto de táxi até Paseo de la Reforma 96, em Tabacalera. O local fica na Reforma, perto do Monumento a la Revolución, por isso liga-se facilmente ao corredor central. Em dias de protesto, caminhar o último troço costuma ser mais rápido do que ficar no trânsito, que avança como um desfile sem música.

Qual é a melhor altura para visitar a Glorieta Das Mulheres Que Lutam?

A manhã de domingo é o momento mais calmo e mais inteligente. Durante o Muévete en Bici, a Reforma parece muito menos agressiva, e a rotunda lê-se com mais clareza quando as bicicletas substituem o fluxo de carros. Se quiser ver o local na sua máxima voltagem política, vá perto de 8 de março ou 25 de novembro, mas espere multidões, palavras de ordem, cortes de estrada e um ambiente muito diferente.

É possível visitar a Glorieta Das Mulheres Que Lutam gratuitamente?

Sim, é totalmente gratuito. Isto é espaço público, não um museu com bilhete, e não há taxa de entrada. Traga respeito em vez de carteira, porque os nomes, fotografias, cruzes e denúncias são material memorial, não decoração de rua.

O que não devo perder na Glorieta Das Mulheres Que Lutam?

Não perca o antigo pedestal de pedra, os nomes pintados nas vedações e a palavra "justicia" na parte de trás da figura roxa. Esses detalhes contam toda a história de uma só vez: uma base de Colombo do século XIX tomada por um antimonumento feminista em 25 de setembro de 2021. Caminhe por todo o perímetro, porque as vedações fazem parte do memorial, não são ferragens esquecidas.

Fontes 81
  • Turismo da Cidade do México — Entrada oficial do local com localização e o enquadramento cívico atual da Glorieta Das Mulheres Que Lutam.
  • Metrobús CDMX — Fichas técnicas que mostram a nomenclatura da estação e a permanência do antigo nome Glorieta de Colón em alguns materiais.
  • El País — Detalhes do trajeto e da concentração para a marcha de 8M de 2026, usando a Glorieta como ponto de encontro.
  • SECGOB CDMX — Nota oficial sobre a remoção do monumento a Colombo em 10 de outubro de 2020 e o contexto histórico do antigo conjunto.
  • La Jornada — Reportagem sobre a remoção da estátua de Colombo da Reforma em 2020.
  • Animal Político — Cobertura da remoção do monumento a Colombo em 2020 antes dos protestos planejados.
  • DW — Reportagem internacional sobre a remoção da estátua de Colombo e o contexto dos protestos.
  • Jefatura de Gobierno CDMX — Anúncio oficial da proposta de substituição por Tlali, de Pedro Reyes, para a rotatória.
  • AWARE — Ensaio sobre intervenções monumentais feministas no México, incluindo a transformação da Glorieta.
  • Jefatura de Gobierno CDMX — Nota oficial sobre o recebimento de mais de 5.000 assinaturas defendendo um monumento às mulheres indígenas.
  • Capital 21 — Cobertura da campanha de assinaturas de mulheres indígenas ligada ao debate sobre o monumento.
  • Cultura Visual Latino-Americana e Latinx — Artigo acadêmico sobre a política de contramemória da Glorieta.
  • Agencia Presentes — Reportagem sobre os esforços para preservar a Glorieta como um espaço memorial feminista.
  • Gaceta UNAM — Relato histórico do monumento original a Colombo, sua encomenda e seu contexto político.
  • Mediateca INAH — Registro de imagem de arquivo do antigo monumento a Colombo na Reforma.
  • PDF da Universidade de Hamburgo — Artigo de Johanna Spanke sobre o monumento ao progresso e a contraestratégia da Glorieta.
  • La Jornada — Reportagem sobre a instalação da antimonumenta roxa em 25 de setembro de 2021.
  • CMDPDH — Carta aberta em defesa da Glorieta, documentando apagamentos e reivindicações do movimento.
  • El País — Reportagem detalhada sobre o impasse de outubro de 2022 e a Glorieta como memorial vivo.
  • Glorieta de las Mujeres que Luchan — Site do movimento com material de arquivo, eventos e as próprias práticas de memória do lugar.
  • CAV Diseño — Material focado na restauração do antigo monumento a Colombo e nos danos causados por protestos passados.
  • Excélsior — Reportagem histórica sobre tentativas de danificar ou derrubar a estátua de Colombo.
  • Letras Libres — Ensaio sobre a restauração e o destino posterior das esculturas de Colombo.
  • El Universal — Retrospectiva sobre a tentativa de derrubar o monumento a Colombo.
  • Capital 21 — Cobertura ligada ao anúncio oficial de Tlali e ao debate público.
  • Amnistia Internacional México — Texto de defesa da Glorieta, documentando apagamentos no mesmo dia e disputas posteriores.
  • Milenio — Reportagem sobre a antimonumenta de aço de 5 de março de 2022 e o Jardín Somos Memoria.
  • Yahoo Notícias — Cobertura da escultura instalada e dos elementos memoriais na Glorieta.
  • La Jornada — Reportagem sobre as ações de protesto de 12 de outubro de 2022 ligadas à disputa pela Glorieta.
  • Jefatura de Gobierno CDMX — Anúncio oficial de que La Joven de Amajac seria instalada nas proximidades da Reforma.
  • Obras CDMX — Nota de obras públicas sobre a instalação de La Joven de Amajac ao lado da Glorieta.
  • SEMUJERES CDMX — Nota oficial sobre a inauguração de La Joven de Amajac em 23 de julho de 2023.
  • Expansión Política — Cobertura da solução de compromisso que colocou La Joven de Amajac em uma ilha adjacente.
  • Metrobús CDMX — Nota oficial sobre a mudança de nome da estação para Amajac em 12 de outubro de 2023.
  • Mediateca INAH — Registro de imagem de arquivo relacionado ao planejamento e à memória do monumento a Colombo no século XIX.
  • Reforma — Reportagem sobre María Herrera Magdaleno e a Glorieta como lugar de reivindicações por justiça.
  • Glorieta de las Mujeres que Luchan — Texto do movimento sobre o significado da Glorieta e o papel das mães que procuram desaparecidos.
  • Experiencias para la Memoria — Página do projeto que descreve o jardim memorial, o antimonumento e o contexto da Rota da Memória.
  • La Jornada — Reportagem sobre a cruz rosa do Jardín No estamos todas e os desdobramentos posteriores no local.
  • Wikimedia Commons — Referência fotográfica usada para entender a disposição, a visibilidade e os pontos de vista.
  • Wikimedia Commons — Referência fotográfica adicional para vistas próximas da antimonumenta e do cercamento.
  • SEMOVI CDMX — Informação oficial sobre a rota Muévete en Bici, que muda o ambiente dominical da Reforma.
  • Jefatura de Gobierno CDMX — Atualização atual da cidade sobre os eventos ciclísticos de domingo ao longo da Reforma.
  • El País — Artigo usado para contextualizar a época das jacarandás ao longo das avenidas da Cidade Do México.
  • Excélsior — Contexto sobre as jacarandás e seu efeito visual na Cidade Do México durante a primavera.
  • El País — Cobertura do trajeto da marcha de 25N, usando a Glorieta como ponto de partida.
  • El País — Reportagem sobre a marcha de 25N e a participação após o evento.
  • Turismo da Cidade do México — Conselhos oficiais sobre as estações do ano usados para o contexto climático e do período de chuvas.
  • Wikipedia — Página de referência sobre disposição, materiais, datas e elementos memoriais, tratada com cautela quando baseada em uma única fonte.
  • Wikipedia — Página de referência em espanhol sobre características do local, a escultura e as inscrições.
  • Turismo da Cidade do México — Entrada turística em inglês com notas de acesso, transporte próximo e o enquadramento atual da cidade.
  • Wikipedia — Contexto sobre a Reforma como a grande avenida que dá ao local sua força simbólica.
  • Alternautas — Enquadramento acadêmico da Glorieta como memória produzida pelo movimento, feita por consentimento e não por decreto.
  • Expansión Política — Análise da Reforma como um corredor cívico em disputa, cheio de antimonumentos e reivindicações de movimentos.
  • Expansión Política — Texto explicativo sobre a história, o significado e o uso da Glorieta na Cidade do México contemporânea.
  • Animal Político — Cobertura dos confrontos sobre a possibilidade de o antimonumento ser transferido.
  • Milenio — Reportagem sobre a posição da Anistia em relação às tentativas de intervir no local.
  • Expansión Política — Cobertura dos trajetos da marcha de 8M de 2024 e dos pontos de concentração na Glorieta.
  • Expansión Política — Reportagem sobre a mobilização de 8M de 2025 centrada na Glorieta.
  • Expansión Política — Cobertura da manifestação de 25N de 2025 usando a Glorieta.
  • Turismo da Cidade do México — Contexto do bairro de Tabacalera e de seu caráter cívico.
  • Turismo da Cidade do México — Contexto de transporte e da área próxima à Glorieta.
  • Turismo da Cidade do México — Referência de marco próximo em Tabacalera.
  • Turismo da Cidade do México — Contexto do Monumento à Revolução como ponto de referência próximo na Reforma.
  • Turismo da Cidade do México — Referência do Museu Nacional da Revolução nas proximidades.
  • Turismo da Cidade do México — Referência do Museu Nacional de San Carlos nas proximidades.
  • Turismo da Cidade do México — Referência à Plaza San Carlos e à área ao redor.
  • Departamento de Estado dos EUA — Contexto geral de segurança para o México e cautelas para visitantes em grandes cidades.
  • Chilango — Guia local de Tabacalera, incluindo comida e o caráter do bairro.
  • Chilango — Seleção local de terraços e lugares para comer ao redor da Plaza de la República.
  • Godínez Gourmet — Texto gastronômico usado para ambiente e custo aproximado na Terraza Cha Cha Chá.
  • El Financiero — Cobertura da decisão de que La Joven de Amajac coexistiria com o memorial da Glorieta.
  • N+ — Reportagem sobre a inauguração de La Joven de Amajac em julho de 2023.
  • Urban Matters Journal — Ensaio interpretativo sobre antimonumentos na Cidade do México e suas políticas de memória.
  • Animal Político — Guia da marcha de 8M de 2026, incluindo informações práticas sobre trajeto e concentração.
  • AFAC — Regulamentações mexicanas para drones usadas no contexto de fotografia e filmagem.
  • Secretaría de Cultura CDMX — Informações sobre autorizações para filmagens profissionais em vias públicas da Cidade do México.
  • Tripadvisor — Referência da Finca Don Porfirio como opção de café nas proximidades.
  • Tripadvisor — Referência da La Soldadera como restaurante de categoria média nas proximidades.
  • Tripadvisor — Referência da Coronela como opção de refeição em terraço perto da Glorieta.
  • Tripadvisor — Referência do Cuchilleros como opção de restaurante nas proximidades.

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Créditos das fotos (14)
  1. Carlitos Caligari — Pexels License (https://www.pexels.com/license/) — Fonte: https://www.pexels.com/photo/13250781/
  2. Glorieta de las mujeres que luchan (Paseo de la Reforma) 12 — Luisalvaz — CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/) — Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Glorieta_de_las_mujeres_que_luchan_(Paseo_de_la_Reforma)_12.jpg
  3. 8M CDMX 05 — Comunicación wmmx — CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/) — Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:8M_CDMX_05.jpg
  4. 8M CDMX 04 — Comunicación wmmx — CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/) — Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:8M_CDMX_04.jpg
  5. 8M CDMX 06 — Comunicación wmmx — CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/) — Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:8M_CDMX_06.jpg
  6. 8M CDMX 18 — Comunicación wmmx — CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/) — Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:8M_CDMX_18.jpg
  7. 8M CDMX 02 — Comunicación wmmx — CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/) — Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:8M_CDMX_02.jpg
  8. 8M CDMX 24 — Comunicación wmmx — CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/) — Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:8M_CDMX_24.jpg
  9. 8M CDMX 03 — Comunicación wmmx — CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/) — Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:8M_CDMX_03.jpg
  10. 8M CDMX 20 — Comunicación wmmx — CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/) — Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:8M_CDMX_20.jpg
  11. Ayotzinapa10annos20240926 ohs199 — PetrohsW — CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/) — Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Ayotzinapa10annos20240926_ohs199.jpg
  12. Ayotzinapa10annos20240926 ohs200 — PetrohsW — CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/) — Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Ayotzinapa10annos20240926_ohs200.jpg
  13. Ayotzinapa10annos20240926 ohs202 — PetrohsW — CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/) — Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Ayotzinapa10annos20240926_ohs202.jpg
  14. Ayotzinapa20220826 ohs170642124 — PetrohsW — CC BY-SA 4.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/4.0/) — Fonte: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Ayotzinapa20220826_ohs170642124.jpg

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